segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Só pra lembrar:

You don't have to take everything so seriously, Graciela. Reality isn't black and white, answers don't have to be yes or no, and absolutely nothing has to happen today. Act when you're ready. Be led by your feelings. And the next time someone wants to fit you into a mold, just tell 'em that your jeans are in the wash, your angel's at the mall, and Oprah's on the other line.

Fuzzy as dice -
The Universe

You're a spiritual being, Graciela, on an eternal quest [grifo meu], in a love-adventure you get to design. Do it your way.
India in bits and pieces...

A Índia só tem duas partes: a chegada e a partida. Ainda me recupero da segunda - há três dias descompensada, como e enjôo, durmo antes das 7 da noite e ao longo do dia bamboleio, pensando em quando vou voltar lá novamente...se é que vou.



Eu vou, sim. É instigante esse lugar onde me sinto, ao mesmo tempo, em casa e em outro planeta (como se fôssem coisas diferentes :-)).

Mais complicado são os sentimentos alternados: empatia e aversão, reconhecimento e medo, amor e ojeriza. Porque não há meio termo ali, para mim. Não sou turista. Não consigo ser turista dentro de um rickshaw, no meio da poeira, das ruas sem mão e contra-mão, das mulheres te agarrando com uma mão e segurando crianças desnutridas com a outra, dos velhos desdentados que abrem bem a boca pra mostrar o tamanho da fome, das centenas de cabritos pintados no lombo que serão sacrificados no dia seguinte.



Na volta da Índia, Amsterdam e Paris. Tudo normal, o Natal vai ser lindo, cintilante.

Os cheiros da Índia sempre estarão em mim.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008



Estou amando Hyderabad.