Please allow me to introduce myself
I'm a man of wealth and taste
I've been around for a long long year stolen many man's soul and faith
I was around when Jesus Christ had His moment of doubt and pain
Made damn sure that Pilate washed his hands and sealed His fate
Pleased to meet you hope you guess my name
But what's puzzling you is the nature of my game
Noite passada, vi de novo na TV "O Advogado do Diabo".
Amo esse filme.
"A vaidade é o meu pecado preferido", diz o fascinante diabo na pele do Al Pacino.
Pleased to meet you - we do agree on this ;-)
sexta-feira, 15 de outubro de 2004
quinta-feira, 7 de outubro de 2004
terça-feira, 28 de setembro de 2004
sexta-feira, 3 de setembro de 2004
quinta-feira, 2 de setembro de 2004
Ela fabrica aviões terroristas. Vontade de destruir um monte, eu entendo perfeitamente.
Ele engole chôro. Chuta dever pro alto. Me olha de canto de olho, se cala. Entendo perfeitamente.
Um dia um amigo pra lá de analisado soltou a seguinte pérola: "quem tem pai tem medo". Eu perdi meu pai bem cedo. Eles também, de certa forma. Só que tive mais sorte. Pai, melhor morto que inconseqüente.
Ele engole chôro. Chuta dever pro alto. Me olha de canto de olho, se cala. Entendo perfeitamente.
Um dia um amigo pra lá de analisado soltou a seguinte pérola: "quem tem pai tem medo". Eu perdi meu pai bem cedo. Eles também, de certa forma. Só que tive mais sorte. Pai, melhor morto que inconseqüente.
quarta-feira, 11 de agosto de 2004
Porque hoje são 11
Eu gosto de agosto, até no dia 13. Mas hoje, por ser 11, resolvi me preparar e entrei numa loja de artigos religiosos (leia-se macumba) pra comprar umas velas coloridas. Não me considero macumbeira, mas adoro um cheiro de defumador e acho vela colorida lindo.
Estava no balcão, entregando as velas para um senhor surdo e mal-humorado, cuja mulher fazia as vezes de RP da casa, exagerando no sorriso em contrapartida a cada resmungo do velhinho. Encostei sem querer numa pilha de pratinhos de plástico preto (daqueles de aparar água de vaso de plantas), e caiu tudo no chão. Um rapaz correu em meu socorro e prontificou-se a juntar os pratinhos e refazer a pilha.
"É uma torre", ele me disse."
Derrubei a torre, pensei - agradecendo ao rapaz e aos deuses e deusas. Como um raio da Oiá no arcano do Tarot.
Que alívio! E hoje são 11, nem são 16. Dia da Força de derrubar torres.
Dia 16, dia da Torre, Martha Pires Ferreira lança livro - magnífico, eu imagino - sobre astrologia na Livraria Leonardo Da Vinci, no Rio. Às 18:04. Leitura imperdível.
Eu gosto de agosto, até no dia 13. Mas hoje, por ser 11, resolvi me preparar e entrei numa loja de artigos religiosos (leia-se macumba) pra comprar umas velas coloridas. Não me considero macumbeira, mas adoro um cheiro de defumador e acho vela colorida lindo.
Estava no balcão, entregando as velas para um senhor surdo e mal-humorado, cuja mulher fazia as vezes de RP da casa, exagerando no sorriso em contrapartida a cada resmungo do velhinho. Encostei sem querer numa pilha de pratinhos de plástico preto (daqueles de aparar água de vaso de plantas), e caiu tudo no chão. Um rapaz correu em meu socorro e prontificou-se a juntar os pratinhos e refazer a pilha.
"É uma torre", ele me disse."
Derrubei a torre, pensei - agradecendo ao rapaz e aos deuses e deusas. Como um raio da Oiá no arcano do Tarot.
Que alívio! E hoje são 11, nem são 16. Dia da Força de derrubar torres.
Dia 16, dia da Torre, Martha Pires Ferreira lança livro - magnífico, eu imagino - sobre astrologia na Livraria Leonardo Da Vinci, no Rio. Às 18:04. Leitura imperdível.
quinta-feira, 13 de maio de 2004
Uma das características das grandes revelações que acontecem na vida da gente é que elas chegam quando são mais necessárias. As revelações desnecessárias simplesmente não são percebidas, porque não se encaixam em nenhum processo, nenhum contexto que lhes dê sentido. Podem ser importantes mas, porque não somos capazes de apreendê-las, se tornam desnecessárias. É por isso que lemos milhares de palavras, abrimos dezenas, centenas de livros, consumimos um número incontável de informações até que – tchan! - uma faz sentido e muda nossa vida. Às vezes, três palavras são suficientes pra nos fazer entender que tudo o que temos feito é uma grande bobagem – ou não. Na maioria das vezes, é, sim, uma grande bobagem.
Pois abri outro dia desses um livro sobre física quântica e coisas que tais, mudanças de paradigmas, e tudo isso que os arautos da Nova Era têm proposto e popularizado nos últimos anos. Está escrito lá que a matéria, todos os corpos, são 99,9999 por cento espaço vazio. Na mesma hora, uma grande interrogação se acendeu na minha cabeça: por que diabos eu faço dieta??
Pois abri outro dia desses um livro sobre física quântica e coisas que tais, mudanças de paradigmas, e tudo isso que os arautos da Nova Era têm proposto e popularizado nos últimos anos. Está escrito lá que a matéria, todos os corpos, são 99,9999 por cento espaço vazio. Na mesma hora, uma grande interrogação se acendeu na minha cabeça: por que diabos eu faço dieta??
terça-feira, 11 de maio de 2004
Os maus pensamentos são como bolhas de sabão: a gente sopra e eles geralmente estouram, vão embora. O problema das bolhas de sabão é que às vezes, quando estouram, pinga aquela água ensaboada no olho da gente e arde muito. Com os maus pensamentos também é assim. Tem horas em que eles estouram, respingam e a gente chora.
Mudando de pesamento...
Mudando de pesamento...
quinta-feira, 29 de abril de 2004
segunda-feira, 12 de abril de 2004
Na quinta-feira santa tive um acesso de vômito de palavras. Falei para quase estranhos sem parar, sobre um tema que carrego desde que me entendo.
Passei a sexta-feira em penitência. Que vergonha da verborragia! Mal saboreei o jantar. Fui chata.
No sábado, aleluia! Meus excessos não costumam ser à toa (diferentemente de minhas penitências). Entrei numa livraria de Ipanema e encontrei "A Deusa Branca", do Robert Graves. Há anos pensava em comprar esse livro. Foi preciso ser tratorada pelo inconsciente pra finalmente ir ao seu encontro.
Passei a sexta-feira em penitência. Que vergonha da verborragia! Mal saboreei o jantar. Fui chata.
No sábado, aleluia! Meus excessos não costumam ser à toa (diferentemente de minhas penitências). Entrei numa livraria de Ipanema e encontrei "A Deusa Branca", do Robert Graves. Há anos pensava em comprar esse livro. Foi preciso ser tratorada pelo inconsciente pra finalmente ir ao seu encontro.
quarta-feira, 31 de março de 2004
sexta-feira, 19 de março de 2004
Ilê Omolu e Oxum, Ilê Yá Omim Dayê Axé Obalayó, Ilê Axé Gantois, Ilê Axé Oxumarê, COMDEDINE, ASS. AFRO-SEC., CEAP, CETRAB,
Koinonia, ICAPRA, COBRA, NEXPP, Cia. É Tudo Cena!, FENACAB, IRMAFRO, INAEOSSTECAB, Afoxé Filhos de Gandhi...e EU!
Todos de branco, na minha área - vai ter passeata no Leme, a partir das oito da manhã (o horário é ingrato, mas o Ilê merece o esforço).
Dia 21 de março é "Dia Internacional pela Eliminação da
Discriminação Racial". Essa data foi criada em memória do massacre de Sharpeville
(1960), África do Sul. Desde então dia 21/03 está agendado em todo mundo para
mobilização e reflexão contra a intolerância racial e pela liberdade de expressão.
Oscilando entre um Eparrei! e um Ora Iê Iê Ô, eu vou lá conferir a irmandade. Em homenagem à minha vó libanesa (cristã maronita radical), meu avô italiano, (kardecista radical) e meu pai (um medroso radical de tudo que fôsse do além). Vou de nega radical abrir a boca contra a intolerância. Tô apostando que no domingo de São Miguel a nêga vira na Oxum, chora tudo que é preciso pra ser feliz, e depois empunha a espada e solta gargalhada bem alto...
Koinonia, ICAPRA, COBRA, NEXPP, Cia. É Tudo Cena!, FENACAB, IRMAFRO, INAEOSSTECAB, Afoxé Filhos de Gandhi...e EU!
Todos de branco, na minha área - vai ter passeata no Leme, a partir das oito da manhã (o horário é ingrato, mas o Ilê merece o esforço).
Dia 21 de março é "Dia Internacional pela Eliminação da
Discriminação Racial". Essa data foi criada em memória do massacre de Sharpeville
(1960), África do Sul. Desde então dia 21/03 está agendado em todo mundo para
mobilização e reflexão contra a intolerância racial e pela liberdade de expressão.
Oscilando entre um Eparrei! e um Ora Iê Iê Ô, eu vou lá conferir a irmandade. Em homenagem à minha vó libanesa (cristã maronita radical), meu avô italiano, (kardecista radical) e meu pai (um medroso radical de tudo que fôsse do além). Vou de nega radical abrir a boca contra a intolerância. Tô apostando que no domingo de São Miguel a nêga vira na Oxum, chora tudo que é preciso pra ser feliz, e depois empunha a espada e solta gargalhada bem alto...
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2004
terça-feira, 24 de fevereiro de 2004
Nã há incômodo nenhum em sambar na chuva. Sequer uso solas antiderrapantes, porque faz parte do meu show o swing inesperado em busca do equilíbrio - e até o estabaco, quando é o caso. Não pode dizer que sabe sambar quem tem medo de cair.
A fantasia encharcada também não me amola. Se as penas murcham, as lantejoulas descolam e os cetins grudam no corpo, a gente canta o samba mais alto. Afinal, nasci berrando e sem fantasia...Nada como um rebirthing na avenida.
A chuva traz um efeito especial imprevisto e lindo. Quando a água toca a pele de quem, de fato, ferve na passarela, sai fumaça. Então ficam, os seres em ebulição, cercados da aura de vapor - quase inefáveis.
E aí, mais do que nunca, eu converso com Deus.
A fantasia encharcada também não me amola. Se as penas murcham, as lantejoulas descolam e os cetins grudam no corpo, a gente canta o samba mais alto. Afinal, nasci berrando e sem fantasia...Nada como um rebirthing na avenida.
A chuva traz um efeito especial imprevisto e lindo. Quando a água toca a pele de quem, de fato, ferve na passarela, sai fumaça. Então ficam, os seres em ebulição, cercados da aura de vapor - quase inefáveis.
E aí, mais do que nunca, eu converso com Deus.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2004
Tinha uma nêga que tinha um tamborim e um chicotinho de bater tamborim que enlouquecia a bateria inteira. Não porque fôsse exímia em nada - nem no samba, nem no batuque.
Mas é que ela inventava. Em cima da plataforma, fazia de tudo. E as percussões, os passistas, os mestres apitantes e os destaques dos píncaros, ficavam todos irritados. Tudo hesitava e se descontrolava quando a nêga cismava de inventar. Era um passo esquisito, um repique solitário, fora de hora, uma frase que não existia no samba. Era assim que ela sabia o Carnaval. E o resto, se aturdia.
Tinha gente que pensava que ela era louca e se incomodava com os imprevistos da nêga.
Ela nunca se amolou. Não tinha medo. Era feliz, e bem o sabia.
Mas é que ela inventava. Em cima da plataforma, fazia de tudo. E as percussões, os passistas, os mestres apitantes e os destaques dos píncaros, ficavam todos irritados. Tudo hesitava e se descontrolava quando a nêga cismava de inventar. Era um passo esquisito, um repique solitário, fora de hora, uma frase que não existia no samba. Era assim que ela sabia o Carnaval. E o resto, se aturdia.
Tinha gente que pensava que ela era louca e se incomodava com os imprevistos da nêga.
Ela nunca se amolou. Não tinha medo. Era feliz, e bem o sabia.
sexta-feira, 3 de outubro de 2003
quinta-feira, 11 de setembro de 2003
quarta-feira, 20 de agosto de 2003
A Malásia é um lugar fantástico.
Todo mundo fala inglês, tem melancia amarela e, em alguns lugares, banheiros luxuosíssimos com um buraco de louça no chão, no lugar do vaso sanitário.
Tem coisas fritas que não se pode imaginar o que sejam, tem tecnologia quase de graça e é dificílimo conseguir uma água com gás.
Quero voltar pra casa.
Todo mundo fala inglês, tem melancia amarela e, em alguns lugares, banheiros luxuosíssimos com um buraco de louça no chão, no lugar do vaso sanitário.
Tem coisas fritas que não se pode imaginar o que sejam, tem tecnologia quase de graça e é dificílimo conseguir uma água com gás.
Quero voltar pra casa.
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